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Mulher de 53 anos é encontrada morta após dias sem ser vista em Cuiabá

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Uma mulher identificada apenas como Juliane, de 53 anos, foi encontrada morta dentro da própria residência na manhã desta quinta-feira (8), no bairro Despraiado, em Cuiabá. O corpo estava em estado de decomposição e foi localizado por um amigo da vítima.

Conforme as informações iniciais, o homem decidiu procurar por Juliane depois de perceber que ela não era vista havia aproximadamente cinco dias. Ao entrar na casa, encontrou a mulher já sem vida, sozinha em um dos quartos.

A Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área para preservar o local e permitir o trabalho das equipes responsáveis pela investigação.

A ocorrência mobilizou agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que devem analisar o imóvel e o corpo em busca de elementos que ajudem a esclarecer o que aconteceu.

Inicialmente, o caso é tratado como possível morte natural. No entanto, a causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada e dependerá dos exames periciais.

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As circunstâncias da morte serão investigadas pelas autoridades.

Jornalista? Luan Schiavon

 

 

 

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DHPP trabalha com hipótese de que professor desaparecido em Várzea Grande esteja morto

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A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) passou a trabalhar com a hipótese de que o professor e servidor público Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, esteja morto. O jovem está desaparecido há 12 dias, desde que saiu de casa, no bairro Capela do Piçarrão, em Várzea Grande, e não foi mais localizado.

A informação foi confirmada nesta quarta-feira (8) pelo delegado Bruno Abreu, responsável pela investigação. Segundo ele, o caso passou a ser apurado pelo Cartório de Homicídio Consumado da DHPP após a identificação de indícios que levaram a polícia a considerar a possibilidade de que Breno tenha sido vítima de homicídio.

Na terça-feira (7), a mãe do professor procurou a delegacia para repassar novas informações e conversar sobre o andamento das investigações. De acordo com Bruno Abreu, o encontro foi marcado pela emoção.

“Ela foi ontem à delegacia me procurar. Uma conversa bastante longa, emocionante da parte dela e até da minha parte, apesar de estar há quatro anos na Delegacia de Homicídios”, relatou o delegado.

Mãe repassou informações à polícia

Durante a conversa, a mãe de Breno apresentou informações consideradas relevantes para a investigação. O delegado afirmou que ela demonstrou confiança no trabalho da equipe e deixou a delegacia aparentemente aliviada.

“Passou algumas informações relevantes para nós e mostrou total confiança no nosso trabalho. Apesar da angústia, da morte do filho, do desaparecimento, no momento de dor ainda conseguiu falar palavras bonitas para nós, dando confiança para a gente e se sentindo até aliviada após a nossa conversa com ela”, afirmou.

Bruno Abreu não revelou quais informações foram apresentadas pela família. Ele explicou que, devido à complexidade do caso e à necessidade de preservar as diligências, alguns detalhes não podem ser compartilhados nem mesmo com a mãe.

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Segundo o delegado, ela compreendeu a necessidade de manter determinadas informações sob sigilo.

“Quando uma mãe que está sem o seu filho confia na polícia, isso gera mais responsabilidade para nós. Aumenta a nossa responsabilidade”, declarou.

Professor desapareceu após sair de casa

Breno desapareceu no dia 26 de setembro, após deixar a residência onde morava, no bairro Capela do Piçarrão, em Várzea Grande.

Imagens de câmeras de segurança analisadas pelos investigadores mostram o professor caminhando com um celular e um capacete antes de encontrar um motociclista. Na sequência, ele aparece deixando o local na garupa da motocicleta.

O condutor usava calça jeans azul e camisa ou casaco preto. Segundo familiares, a motocicleta aparentava ser antiga e estaria sem placa.

A polícia ainda não esclareceu quem era o motociclista nem qual foi o destino de Breno após o encontro.

Mensagens levantaram suspeitas

Familiares também relataram ter recebido mensagens consideradas estranhas após o desaparecimento. As mensagens teriam sido enviadas pelo celular de Breno.

Em uma delas, uma resposta encaminhada à mãe dizia que o jovem estaria em um motel acompanhado de outra pessoa.

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A origem e as circunstâncias dessas mensagens estão entre os elementos analisados pelos investigadores.

Suspeito foi identificado

A Polícia Civil informou que uma pessoa considerada possível suspeita já foi identificada. A eventual participação dela no desaparecimento, entretanto, ainda é investigada e não há, até o momento, confirmação de envolvimento em um eventual homicídio.

O delegado Bruno Abreu já havia afirmado que nenhuma hipótese está descartada e que existe uma linha de investigação que, por enquanto, não pode ser divulgada.

Apesar de a DHPP trabalhar com a possibilidade de morte, Breno continua sendo procurado, e as diligências seguem para esclarecer o que aconteceu e localizar o professor.

Denúncias

Informações que possam contribuir para localizar Breno ou esclarecer o desaparecimento podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 197 ou diretamente ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP, pelo telefone (65) 98173-0565.

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