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Irmão gêmeo de professor desaparecido faz apelo por respostas durante entrevista ao Conexão Materna

Bruno Humberto fala sobre o desaparecimento de Breno, as mensagens suspeitas e a angústia da família em entrevista que vai ao ar nesta quarta-feira, às 11h

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A busca pelo professor Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, ganha mais um capítulo nesta quarta-feira (7), com a participação de seu irmão gêmeo, Bruno Humberto, no podcast Conexão Materna.

Breno desapareceu em Várzea Grande, no dia 26 de setembro. Desde então, familiares e amigos vivem a angústia de não saber onde ele está e tentam reunir informações que possam ajudar a esclarecer o caso.

Durante a entrevista, Bruno fala sobre a relação com o irmão e relembra os últimos momentos antes do desaparecimento. Os dois são gêmeos e passaram juntos os 25 anos de vida.

Um dos pontos abordados na conversa são as mensagens enviadas pelo celular de Breno depois que ele desapareceu. Segundo a família, Bruno passou a desconfiar que outra pessoa poderia estar utilizando o aparelho após perceber mudanças na forma de escrever e no conteúdo das conversas.

A família também recebeu uma fotografia que supostamente mostraria Breno. A imagem, porém, levantou dúvidas entre os familiares, que observaram detalhes que não coincidiriam com as circunstâncias em que o professor havia saído de casa.

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Outro ponto que chamou a atenção foi o desaparecimento de conversas e a interrupção do rastreamento do celular, aumentando a preocupação dos familiares.

Investigação

O desaparecimento de Breno passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A Polícia Civil informou que identificou uma pessoa considerada possível suspeita, mas os detalhes da investigação não foram divulgados.

Até o momento, o paradeiro de Breno não foi oficialmente informado.

A família continua aguardando respostas e pede que qualquer pessoa que tenha informações sobre o desaparecimento procure as autoridades responsáveis pela investigação.

Apelo do irmão

Durante a entrevista, Bruno faz um apelo para quem possa ter visto Breno ou tenha alguma informação que ajude a esclarecer o caso.

“Se você sabe de alguma coisa, ajude”, é a mensagem que a família tenta fazer chegar ao maior número possível de pessoas.

A orientação é para que testemunhas ou pessoas que tenham informações não confrontem possíveis envolvidos e procurem diretamente as autoridades competentes.

Uma informação aparentemente pequena pode ajudar os investigadores a reconstruir os últimos passos do professor.

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🎙️ Entrevista completa

A família pede que o conteúdo seja compartilhado para que o apelo chegue a pessoas que possam ter alguma informação sobre o paradeiro de Breno.

Quem tiver informações deve procurar a Polícia Civil e comunicar imediatamente o que sabe.

 

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Conexão Materna recebe mãe de jovem morto pela BM: “Eu chamei ajuda, não para matar meu filho”

Evolmara Vargas, mãe de Herick Cristian da Silva Vargas, relembrou a morte do filho, falou sobre saúde mental e contou por que continua cobrando esclarecimentos sobre o caso

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A história de uma mãe que pediu ajuda para proteger o filho e acabou vivendo uma das maiores tragédias de sua vida foi tema de uma entrevista emocionante no podcast Conexão Materna.

Evolmara Vargas, mãe de Herick Cristian da Silva Vargas, de 29 anos, participou do programa e falou sobre a morte do filho durante uma abordagem da Brigada Militar, em Porto Alegre (RS), em setembro de 2025.

Durante a conversa, Evolmara relembrou momentos anteriores à tragédia, falou sobre a convivência com os problemas de saúde mental enfrentados pelo filho e contou o que aconteceu no dia em que decidiu pedir ajuda.

A frase que marcou o caso voltou a ser lembrada durante a entrevista:

“Eu chamei ajuda, não para matar meu filho.”

Para Evolmara, aquele telefonema representava um pedido de socorro. A expectativa, segundo seu relato, era que Herick recebesse ajuda diante de uma situação de crise.

Evolmara fala sobre quem era Herick

Um dos pontos destacados no Conexão Materna foi a preocupação de Evolmara em mostrar que Herick não pode ser lembrado apenas pelo momento de sua morte ou pelo diagnóstico de saúde mental.

Durante a entrevista, ela falou sobre o filho, sua personalidade, a convivência familiar e os momentos vividos antes da tragédia.

A mãe também relatou as dificuldades enfrentadas por familiares de pessoas que passam por crises psiquiátricas e questionou a preparação existente para atender situações desse tipo.

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A entrevista amplia o debate sobre saúde mental, família, segurança pública e atendimento durante crises psiquiátricas.

Caso voltou a ser analisado

A morte de Herick passou inicialmente por investigação da Polícia Civil e da Corregedoria da Brigada Militar. As apurações concluíram que os policiais envolvidos haviam agido em legítima defesa.

O Ministério Público chegou a solicitar o arquivamento do caso.

Posteriormente, porém, a Justiça não encerrou a questão e o caso voltou a ser analisado, com novas diligências e perícias.

As câmeras corporais utilizadas pelos policiais também passaram a ser analisadas novamente.

Entre os pontos examinados está a dinâmica da ocorrência e a movimentação dos policiais e de Herick nos momentos que antecederam os disparos.

As novas perícias esclareceram parte da sequência dos acontecimentos, mas também deixaram questões sem resposta definitiva.

Até a atualização mais recente, o Ministério Público ainda analisava o material produzido nas novas diligências.

Uma mãe que continua buscando respostas

No Conexão Materna, Evolmara falou não apenas sobre o processo de investigação, mas principalmente sobre a experiência de perder um filho em uma circunstância que, segundo ela, poderia ter sido diferente.

A entrevista também abordou o impacto do luto sobre a família e a decisão de Evolmara de continuar falando publicamente sobre o caso.

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Para ela, manter a história de Herick em evidência é uma forma de preservar a memória do filho e também de provocar uma discussão sobre como o poder público deve agir diante de pessoas em crise de saúde mental.

“Eu chamei ajuda, não para matar meu filho” tornou-se, para Evolmara, mais do que uma frase sobre o passado. É a síntese de uma pergunta que ela continua levando às autoridades: como uma família deve pedir ajuda quando alguém está em uma crise psiquiátrica?

Conexão Materna aborda histórias que envolvem famílias

A entrevista com Evolmara faz parte da proposta do Conexão Materna de abrir espaço para histórias relacionadas à família, maternidade, saúde, proteção e questões de interesse público.

Ao receber Evolmara, o podcast colocou em discussão um tema que ultrapassa o caso específico de Herick: a preparação da sociedade e do poder público para lidar com situações de emergência em saúde mental.

A entrevista completa com Evolmara Vargas está disponível no Conexão Materna.

O público pode acompanhar o episódio e conhecer, pelas palavras da própria mãe, a história de Herick, os acontecimentos daquele dia e a luta da família por respostas.

Veja o podcast

Jornalista: Mika Sbardelott

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