GERAL

Fim de semana em Mato Grosso terá chuva e trovoadas em todas as regiões

Published

on

Seguindo o padrão registrado nos últimos dias, o fim de semana em Mato Grosso será marcado por pancadas de chuva e trovoadas em diversas regiões. Apesar da instabilidade no tempo, as temperaturas devem continuar elevadas, com máximas próximas dos 30°C em grande parte do estado.

Na capital Cuiabá, a previsão indica chuva durante todo o fim de semana. Nesta sexta-feira, os termômetros variam entre 25°C e 32°C. A máxima deve permanecer em 32°C até domingo. Já a mínima cai para 24°C no sábado e volta a subir para 25°C no domingo.

Em Chapada dos Guimarães, a cerca de 67 quilômetros ao norte da capital, o clima será um pouco mais ameno. As temperaturas devem variar entre 21°C e 31°C ao longo do fim de semana. No domingo, a máxima não deve chegar aos 30°C. Assim como na capital, há previsão de chuva até o fim do período.

Na região oeste do estado, em Cáceres, o calor será mais intenso. A máxima pode atingir 36°C, enquanto a mínima varia entre 23°C e 24°C. Mesmo com as altas temperaturas, também estão previstas pancadas de chuva ao longo do fim de semana.

Leia Também:  “Fundo não é para amigos”: Michelly acusa Mauro de boicotar sua campanha

No sul do estado, Rondonópolis deve registrar muita chuva acompanhada de trovoadas até domingo. As temperaturas variam entre 22°C e 33°C.

Já no norte de Mato Grosso, em Sinop, o tempo será de muitas pancadas de chuva e clima mais ameno. A mínima prevista é de 23°C, enquanto a máxima deve ficar entre 29°C e 30°C.

A combinação de calor e umidade elevada favorece a formação de nuvens carregadas, o que mantém a previsão de chuva frequente em várias regiões do estado durante os próximos dias

Advertisement

GERAL

“Fundo não é para amigos”: Michelly acusa Mauro de boicotar sua campanha

Published

on

A vereadora de Cuiabá e candidata a deputada estadual Michelly Alencar (União) acusou a direção estadual do União Brasil, comandada pelo governador Mauro Mendes, de adotar critérios seletivos na distribuição dos recursos do Fundo Eleitoral. Segundo ela, candidatos mais próximos da cúpula partidária teriam sido beneficiados em detrimento de outros nomes da legenda.

A declaração foi dada nesta terça-feira (15), durante a campanha eleitoral. Para Michelly, os recursos do Fundo Eleitoral deveriam ser distribuídos com base nas candidaturas e não conforme o grau de proximidade política com a direção partidária.

“O fundo eleitoral não é destinado para as pessoas mais próximas, ele é destinado para os candidatos”, afirmou.

A vereadora classificou a retenção ou limitação dos repasses como uma questão que vai além da distribuição financeira. Na avaliação dela, a decisão teria relação com a estratégia política adotada pelo grupo que comanda o União Brasil em Mato Grosso.

Embora tenha evitado classificar diretamente a situação como perseguição, Michelly afirmou que o resultado prático é semelhante, já que a falta de recursos da própria legenda dificulta sua campanha à Assembleia Legislativa.

Leia Também:  “Fundo não é para amigos”: Michelly acusa Mauro de boicotar sua campanha

Campanha recebe apoio do PP

Diante da falta de recursos do União Brasil, Michelly revelou que passou a contar com apoio financeiro do Progressistas (PP) para manter a campanha.

O auxílio, segundo a candidata, foi viabilizado a partir de uma dobradinha regional com o candidato a deputado federal Nilson Leitão (PP).

A aproximação com o PP ocorre justamente em meio ao distanciamento político de Michelly em relação ao grupo liderado por Mauro Mendes.

Crise com Mauro Mendes

A relação entre Michelly e o núcleo político do governador se deteriorou após um desentendimento público envolvendo a ex-primeira-dama Virginia Mendes, também do União Brasil.

O conflito teve consequências políticas e administrativas. O marido da vereadora, Jefferson Neves, acabou exonerado do comando da Secretaria de Estado de Esporte, Cultura e Lazer.

Desde então, Michelly passou a adotar uma postura mais crítica em relação ao governo estadual e perdeu espaço dentro do grupo político ligado ao Palácio Paiaguás.

Tentativa de deixar o União foi barrada

Em meio à crise, Michelly chegou a avaliar a possibilidade de deixar o União Brasil para disputar a eleição por outra legenda.

Leia Também:  “Fundo não é para amigos”: Michelly acusa Mauro de boicotar sua campanha

A saída, porém, não avançou. Segundo a própria parlamentar, Mauro Mendes não teria concedido a carta de anuência necessária para que ela deixasse o partido sem enfrentar consequências eleitorais.

Com a permanência forçada na sigla e o distanciamento da cúpula partidária, Michelly agora disputa uma vaga na Assembleia Legislativa dentro de um cenário de forte tensão interna.

A candidata sustenta que a distribuição dos recursos eleitorais evidencia esse conflito e afirma que pretende seguir na disputa mesmo sem contar, segundo ela, com o mesmo suporte financeiro destinado a outros candidatos do União Brasil.

Jornalista: Mika Sbardelott

📲 Clique aqui e receba notícias do VOZMT no seu celular

Continue Reading

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

MUNICÍPIOS

MAIS LIDAS DA SEMANA