Esportes

Vini Jr. é criticado por atuação em eliminação do Real Madrid

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Um dos poucos titulares do Real Madrid, Vini Jr. recebeu críticas de um dos principais jornais esportivos da Espanha nesta quinta-feira. Os merengues perderam fora de casa para o Albacete, da segunda divisão, por 3 a 2, e foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Rei. O diário Marca destacou que no primeiro tempo de jogo, o camisa 7 não conseguiu participar de maneira efetiva.

“Vinicius era vaiado sempre que tocava na bola. Ele ofereceu muito pouco nos primeiros 20 minutos. Parecia desconectado e desmotivado. Provavelmente não entendia as vaias vindas de todo o estádio. Teve algumas chances, em que conseguiu aliviar a pressão e romper algumas linhas de defesa. Nada estava dando certo para o brasileiro. Ele estava sendo muito errático na tomada de decisões e demonstrava falta da atitude necessária para criar perigo”, destacou a publicação.

Segundo o portal, a segunda etapa do brasileiro não foi muito diferente.

“A atuação do brasileiro é algo para se ver. Se Arbeloa queria que o camisa 7 dançasse, hoje ele está apenas pisando nos calos dos adversários. Que noite para o brasileiro no Belmonte”, finaliza a reportagem.

Real fica três vezes atrás no placar

Contra um time da segunda divisão, Arbeloa escalou o Real Madrid com muitos reservas e dois jogadores da base – o lateral Jimenez e o volante Cestero Sancho.

Dos titulares que vinham jogando com Xabi Alonso, a maioria sequer foi relacionada para a partida desta quarta, casos de Kylian Mbappé, que ainda está voltando de lesão, Courtois, Tchouaméni, Bellingham, Rodrygo e Carreras.

Sem jogar bem, o Real ficou três vezes atrás do placar. O Villar fez 1 a 0 para o Albacete aos 42 do primeiro tempo, e o argentino Mastantuono empatou no último lance antes do intervalo. No segundo tempo, a emoção ficou reservada para os minutos finais. Jefté Betancor recolocou o time da casa em vantagem aos 37, Gonzalo García empatou nos acréscimos, mas ainda houve tempo para o Albacete chegar à vitória aos 49, novamente com Jefté.

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Esportes

Antes de encarar o Brasil, campeãs olímpicas buscam na Capoeira e no samba a essência do “jeitinho brasileiro” em Cuiabá

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Em um movimento que vai além da estratégia esportiva, a Seleção Canadense de Futebol Feminino surpreendeu ao dar um passo diferente na sua preparação: antes do confronto contra o Brasil, elas decidiram sentir o Brasil.

E sentir, de verdade.
Em Cuiabá, durante a FIFA Series, as campeãs olímpicas convidaram o Mestre de Capoeira Weto Salgado (Mestre Veto) para uma missão especial: ensinar mais do que golpes ou passos transmitir cultura, energia e identidade.
O palco foi o Paiaguás Palace Hotel. O resultado? Um encontro que transcendeu o esporte.
Logo nos primeiros minutos, o que era apenas um workshop se transformou em algo maior. As atletas, acostumadas à disciplina tática e física, se permitiram viver o inesperado: entraram na roda, sorriram, erraram, aprenderam… e se conectaram.
Porque na Capoeira não existe só técnica.
Existe história, resistência e alma.

E foi isso que elas buscaram:
👉 O ritmo do berimbau
👉 O gingado do corpo
👉 A malícia do jogo
👉 E o calor humano que define o povo brasileiro
Em paralelo, o samba no pé trouxe leveza e soltura ingredientes fundamentais para quem precisa competir sob pressão.

Não foi apenas treino.
Foi preparação emocional.
Durante a vivência, o Mestre Veto apresentou também a força dos projetos sociais desenvolvidos pela Escola Aruandê Capoeira, mostrando que ali não se formam apenas atletas, mas cidadãos, histórias e futuros.
A comunicação, que poderia ser uma barreira, virou ponte. Com o apoio de missionários da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, cada palavra, gesto e ensinamento ganhou significado criando uma conexão rara e verdadeira.
Ao final, um gesto simbólico selou o momento:
As canadenses entregaram uma camisa autografada por toda a equipe.
E receberam, em troca, camisetas da Aruandê Capoeira e da Federação Matogrossense.
Mais do que lembranças, um intercâmbio de respeito.
A iniciativa partiu da Psicóloga da Seleção e da Ex-Jogadora e auxiliar técnica Bruna, uma Cearense, ex-capoeira, que entendeu algo que muitos ignoram:
para enfrentar o Brasil, é preciso entender o Brasil.
E entender o Brasil, passa pela sua cultura.

Esse encontro deixa uma mensagem poderosa:
no alto rendimento, não vence apenas quem treina mais…
vence quem se conecta melhor com o jogo, com o momento e com a própria essência.

Naquele dia, em Cuiabá, não houve adversárias.
Houve troca. Houve verdade. Houve Axé.

E talvez seja exatamente isso que faça a diferença dentro de campo.

Fotos:

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