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Idoso de 75 anos é preso em flagrante por importunação sexual em porta de escola em MT

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Um idoso de 75 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar no fim da tarde da última segunda-feira (1º), em Pontes e Lacerda (444 km a oeste de Cuiabá). Ele é acusado de praticar atos obscenos e importunação sexual nas proximidades de uma unidade de ensino, tendo como alvo crianças que saíam da aula.

O caso gerou revolta entre os moradores e foi registrado por testemunhas. A Polícia Civil já acompanha a ocorrência.

O flagrante

De acordo com o boletim de ocorrência, a guarnição da PM foi acionada por volta das 17h30, no momento da saída dos alunos da Escola Municipal Mário Spinelli. A denúncia apontava que um homem vestindo boné azul e camisa branca estava em frente à instituição observando os estudantes e praticando atos libidinosos de forma explícita.

Uma testemunha que presenciou a cena gravou a ação com um aparelho celular. As imagens obtidas pela polícia mostram o idoso fixando o olhar nas crianças que deixavam a escola. Logo em seguida, ele expõe o órgão genital e passa a se masturbar em via pública.

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Procedimentos legais

Com base nas características repassadas e nas evidências em vídeo, os policiais militares localizaram o suspeito ainda na região. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido inicialmente ao batalhão da Polícia Militar para a confecção do boletim de ocorrência.

Segundo o relatório da PM, o acusado foi transportado sem a necessidade do uso de algemas e não apresentava nenhuma lesão corporal aparente.

Após os trâmites militares, o idoso foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Pontes e Lacerda, onde foi autuado em flagrante. Ele permanece à disposição da Justiça e o caso segue sob investigação para apurar se o suspeito já havia cometido atos semelhantes na região.

Jornalista: Luan Schiavon

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Policial

Após homicídio em clínica, CRM-MT apura funcionamento da unidade Pró-Vida

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O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) anunciou nesta terça-feira (2) a abertura de uma investigação para apurar possíveis irregularidades envolvendo a clínica Pró-Vida, em Cuiabá, onde um paciente de 38 anos morreu no último domingo (31).

A vítima, identificada como Alessandro Sidinei Braga, foi encontrada morta em um dos quartos da unidade, localizada no bairro Jardim Primavera. O principal suspeito do crime é Odiley Rodrigues de Souza, de 42 anos, que atuava como plantonista no local.

Segundo as investigações da Polícia Civil, Alessandro foi morto por enforcamento durante um suposto surto. Inicialmente, o caso foi apresentado como suicídio, mas a apuração apontou que a cena teria sido alterada para simular que a vítima tirou a própria vida.

Em depoimento, Odiley confessou ter participado da montagem da cena para aparentar um suicídio, mas negou ter cometido o enforcamento. A Polícia Civil, no entanto, segue investigando sua participação direta na morte do paciente.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a constatação de que o suspeito não possuía formação adequada para atuar na unidade. Além disso, ele era paciente de outra clínica especializada.

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Durante o atendimento da ocorrência, a Polícia Civil também verificou que não havia no local profissionais especializados no atendimento de pacientes com transtornos psiquiátricos graves, como esquizofrenia, condição atribuída à vítima.

Em nota, o CRM-MT informou que tomou conhecimento do caso por meio das reportagens divulgadas pela imprensa. Após consulta em seus registros, o Conselho afirmou não ter localizado cadastro da empresa com os nomes que vêm sendo divulgados em relação ao estabelecimento.

Diante da situação, a autarquia informou que solicitará informações complementares à Polícia Civil, incluindo dados cadastrais da instituição, como o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), para verificar a regularidade do funcionamento da clínica.

O objetivo da investigação é apurar se o estabelecimento possuía as autorizações necessárias para operar, além de verificar a existência de profissionais habilitados e regularmente registrados para prestar atendimento aos pacientes.

“O Conselho irá analisar todas as informações disponíveis antes de definir as medidas cabíveis”, informou o órgão.

O caso ganhou ampla repercussão após a revelação das circunstâncias da morte de Alessandro Sidinei Braga. Paralelamente à investigação administrativa do CRM-MT, a Polícia Civil continua apurando a responsabilidade criminal dos envolvidos e as condições de funcionamento da clínica.

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O Conselho Regional de Medicina também orientou pacientes e familiares a consultarem a regularidade de clínicas, hospitais e profissionais de saúde por meio do sistema nacional de busca disponível no site da entidade.

Jornalista: Luan Schiavon

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